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Guerras Silenciosas

  • marcelschaefer8
  • 22 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

Travo batalhas que ninguém vê,

nas madrugadas que sangram meu ser.

Espadas afiadas de dúvida e dor,

cortam o peito clamando por amor.

No campo interno onde a alma grita,

os medos marcham, a esperança hesita.

Sou soldado cansado, sem armadura,

lutando pela tua fé, com ternura.

Cada silêncio teu, um trovão em mim,

cada olhar distante, um triste fim.

Mas sigo, mesmo ferido, sem desistir,

por um sorriso teu, posso cair.

Construí trincheiras com os meus erros,

mas ergui pontes com versos sinceros.

Não quero vencer, quero merecer

o abrigo do teu confiar, teu bem-querer.

Se te perdi um dia em meio ao caos,

que me perdoe o tempo, os vendavais.

Pois ainda aqui, mesmo em ruínas,

resta um coração que se inclina…

A ti,

como quem roga paz após a guerra,

como quem planta amor na terra.

 
 
 

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